segunda-feira, 16 de julho de 2012

AMOR: Consciência, Coragem e Atitude! Pregação no dia 16/07/2012; Missionário Salomão

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AMOR: Consciência, Coragem e Atitude!

Pregação:

Pregador: Missionário Salomão.

Versículos base:
    • DEUS É AMOR: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (João 4, 8)
    • ELE NOS AMOU PRIMEIRO: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro.” (1 João 4, 19)  
              1 - INTRODUÇÂO:
1.1 - A FONTE:
O Amor faz parte da essência de Deus! A Fonte de todo amor é Deus!
1.2 - Como aprender a amar?
Recebemos um desenvolvimento maior do amor em nosso ser quando estabelecemos um relacionamento efetivo com Deus! 
A palavra "conhece" usada no versículo indica relacionamento!
O Amor parte de Deus. Quando nos relacionamos com Deus, aprendemos a amar!
1.3 - Identificação:
Quando mais você investe no seu relacionamento com Deus, mais você aprende a ser parecido com Ele!
              2 - O Desenvolvimento do AMOR em nossa alma: razão, emoção e vontade:
O efeito de um melhor relacionamento do ser humano com Deus, é um desenvolvimento do amor nas 3 áreas de nossa mente: 
Na razão, Deus abre a nossa consciêcia para que tomemos consciência da necessidade de amar.
Na emoção: Deus nos cura de nossos medos e esconderijos emocionais.
Na vontade: Deus nos impulsiona a tomar atitudes positivas; e, não ficar esperando algum chamado especial ou arrumando alguma desculpa!

              3 - AMOR CONSCIÊNCIA:

Não Amor = Fechar os Olhos!

Exemplo 1 : estudante da USP que se vestiu de faxineiro. Ficou invisível para os seus colegas! Clique aqui para saber sobre esta pesquisa: Saiba mais

Divulgação


Exemplo 2: John Hyde: Missionario Americano que foi para a Índia:
Embora ele não tivesse muitas habilidades com as linguas indianas, nem muita facilidade de pregar, era um homen de oração. Orava de 6 a 8 horas DE JOELHOS por dia. E, sua oração era pelas vidas! A sua frase mais conhecida foi:
"Senhor, dai-me almas, senão morrerei"


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Exemplo 2: Sandu Sundar: missionário indiano. Ele era indiano de nescimento. Sem apoio de cristãos e de hinduístas, sikistas, ou indianos de outras religiões, saiu sozinho para pregar para seu povo. Sem dinheiro ou comida, suiu nas montanhas do himalaia pregando o evangelho de aldeia em aldeia. A um certo ponto, suas sandálias se gastaram e ele passou a andar com os pés nus! Resultado: marcas de sangue em forma de seus pés acompanhavam seus passos. E, tudo isto para que pessoas fossem alcançadas e vidas fossem salavas!





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Exemplo 3: John Harper: Missionário. Ele estava no navio Titanic. Quando o navio afundava, surgiu uma oportunidade de John Harper entrar num bote salva vida. Ele recusou dizendo que já estava salvo e que preferia dar o lugar para outra pessoa não salva, para que ela tivesse esta oportunidade! E, John Harper aconselhava os cristãos seus amigos no navio de também não entrarem no bote salva vida para que não crentes tivessem a chance de serem salvos!
E, mais tarde, segurando um pedaço de madeira estava a morrer, viu um rapaz que também estava para morrer em outro pedaço de madeira e perguntou: "você quer entregar sua vida a Jesus?" O rapaz disse: vou pensar nisto". Neste momento uma grande onda separou os dois homens. Depois de alguns minutos, eles estavam pertos un do outro, novamente. John Harper gritou novamente: "quer ser salvo? Entregue sua vida a Jesus agora! Aproveite a oportunidade!" O rapaz respondeu: "vou pensar neste assunto!". Aí, uma grande onda separou os dois homens, desta vez para sempre. Meses mais tarde, em uma igreja, aquele jovem levantou a mão para dar um testemunho e disse: eu sou o último convertido do John Harper! Depois de ver-se no mar sozinho, o rapaz entregou sua vida a Jesus. Algumas horas depois, foi resgatado por um navio. John Harper morreu, mas trabalhou para a obra de Deus até o último minuto. E, teve aquele fruto: o jovem! 





Pr. John Harper, sua esposa Annie e sua filha Nana








Saiba mais: Saiba Mais!

Exemplo 4: O apóstolo Paulo, que em um momento de amor extremo disse que poderia até abrir mão de ser salvo para que seus irmãos hebreus fossem salvos:
    •  AMOR EXTREMADO PAULO: “porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne.” (Romanos 9, 3)
 E, Paulo exclama:
    •  O "Ai" de Paulo = “Se anuncio o Evangelho, não tenho de que me orgulhar, pois sobre mim pesa esta obrigação; porque ai de mim se não pregar o Evangelho”(1 Coríntios 9, 16)


             4 - AMOR CORAGEM: 
    •  O AMOR cura o medo = “No amor não existe o medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento, logo aquele que tem medo não é aperfeiçoado no amor” (1 João 4, 18)
    •  O AMOR cura a COVARDIA = “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2 Timóteo 1, 7)
              5 -  AMOR ATITUDE:
    •   NÃO ESPERE AS CONDIÇÕES FAVORAVEIS: “Quem somente observa o vento, nunca semeará, e quem olha para as nuvens, nunca colherá” (Eclesiastes 11, 4)
 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

“As credenciais de um trabalho ´escravo´ para o serviço do Senhor”, 9/07/2012, Ministrante: IVAN PEDRO

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Auditório, 9 de julho de 2012, segunda, 12:30hs!

TEMA: “As credenciais de um trabalho ´escravo´ para o serviço do Senhor”!

Pregador: Ivan Pedro.

Participação especial: Andressa, filha de Ivan Pedro, que louvará a Deus cantando!

A mensagem baseia-se nos escritos de Tiago em seu capítulo 1 em seu versículo 1, quando se apresenta corajosa e confiantemente na condição de escravo do Senhor, conjugado a passagens de Jesus Cristo sobre atributos do serviço de Deus. 

Então, a seguinte pergunta vem a nossa mente:

Como ser verdadeiramente de corpo, alma e mente servo do Senhor?

Resumo da Pregação!

Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos dispersas entre as nações: Saudações. (Tg 1:1, *doulos, isto é escravo).
Na visão grega essa condição era negativa, em virtude de ser associada não à satisfação do “eu”, mas para atendimento da vontade de outros.  
Tiago juntamente com Pedro e outros como Paulo se colocam na condição volitiva de escravos do Senhor em suas saudações epistolares iniciais. A partir do versículo primeiro de Tiago, consideramos como seria possível ao cristão enxergar-se como escravo, ou seja, primeiramente aceitar essa condição diante das suas expectativas seculares em eventual conflito dentro do Reino de Deus.
Traçando-se um paralelo na vida do corpo apostólico e toda a diversidade dos homens que o integraram que desfrutaram  do discipulado pessoal de Jesus Cristo, verifica-se que transcorridos três anos de ministério isso não garantiu uma transformação definitiva que aniquilasse o ego, as características da sanguinidade humana e da própria personalidade, pela força da visão pessoal em detrimento da visão de Reino do Senhor.  Jesus precisa interceder por Pedro. Tomé é provado na sua fé. Chega-se a um ponto em que podemos afirmar que a vida cristã conquanto não seja fácil por conta de nossas fraquezas se insere num contexto em que precisamos  passar por um processo gradativo de amadurecimento e de convencimento do Espírito Santo para chegar a  servir pelo aniquilamento do ego e da absorção espontânea da constatação de  que o Senhor apresenta o desafio de seguir a Ele se e se somente pegarmos a nossa cruz. No caminho do calvário Jesus se permite ajudar por um escravo chamado Alexandre que o ajuda a carregar parte do trecho como que reafirmando esse enxerto. A partir da percepção de que somos chamados de co-herdeiros da promessa de um reino futuro a fé crista e a alegria nessa incondicionalidade de servir fluem  para a honra e glória de Deus.  
Cada crente deve harmonizar-se aos desejos de seu Mestre.
Convém destacar o trecho em Deuteronômios trazido pelo Missionário Salomão de que o escravo tem prazer no serviço a seu Senhor, sabendo que este cuidará dele em tudo.
O irmão Ivan Pedro teceu em meio às reflexões bíblicas uma síntese sobre seu processo de conversão distinguindo a aceitação do Senhorio e do Salvador. Após a transição pela maravilha do primeiro amor o irmão percebeu ao longo do tempo que a plena aceitação do Senhorio e da conseqüente escravatura em Cristo Jesus requeria-lhe o exercício de uma obediência diária de sintonia à voz do Mestre.